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Um teto para chamar de seu: ONG faz casas de emergência

ONG resgata a dignidade por meio da moradia

Voluntários e moradores constroem casas provisórias Divulgação

Voluntários e moradores constroem casas provisórias Divulgação

Dois dias de trabalho conjunto entre voluntários e moradores são suficientes para erguer uma casa e transformar a vida de uma família inteira. Esse é o trabalho da ONG TETO, que realiza ações em favelas e comunidades de baixa renda, construindo moradias de emergência para pessoas que vivem em extrema pobreza. As construções são pré-moldadas, de madeira, contam com área de 18 m2 e tempo de vida estimado em 5 anos. A ideia, afirma a organização, não é substituir a ação do poder público, mas colaborar oferecendo uma solução provisória.

No ano passado, a iniciativa atingiu a meta de mil casas construídas no Brasil, em seis anos de atuação por aqui. Mais de 20 comunidades já foram atendidas – em comum, todas sofrem com a falta de saneamento básico e de coleta de lixo. A próxima construção da TETO vai acontecer no final deste mês em quatro municípios: São Paulo, Guarulhos, Suzano e Carapicuíba.

A TETO trabalha com voluntários jovens e universitários, que também se envolvem na arrecadação de verba para o projeto. Para isso, vale pedir dinheiro no farol ou fazer parcerias com artistas para customizar as pequenas casas de madeira e vendê-las.

A ONG também realiza trabalhos de formação e capacitação profissional para trazer emprego e geração de renda. Para isso, a entidade se apoia em valores como solidariedade; convicção de que é possível transformar a realidade; ter excelência na construção das moradias, de forma criativa e inovadora; respeito à diversidade e ainda otimismo para enfrentar a realidade. A iniciativa é um exemplo de projeto que desenvolve associação comunitária e mobilização social.

Expansão

A ONG nasceu no Chile em 1997 e se expandiu pelo continente. Hoje, está presente em outros 18 países da América Latina: Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Alguns resultados da ONG na América Latina

  •  85.000 famílias trabalharam em parceria com os voluntários para construir moradias de emergência;
  •  500.000 voluntários foram mobilizados em toda América Latina;
  •  452 postos de trabalho criados nas comunidades atendidas;
  •  8.600 moradores foram capacitados em diferentes ofícios;
  •  344 sedes comunitárias foram construídas;
  •  15.000 crianças que vivem em comunidades precárias participaram de programas educacionais;
  •  3.310 casas entregues.

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